Fotodepilação na primeira pessoa

Fotodepilação na primeira pessoa

Fotodepilação na primeira pessoa

Para a maioria das mulheres a depilação é um assunto delicado e ao mesmo tempo de enorme importância. A vontade de manter uma pele limpa de pelo, que nos traz uma maior sensação de beleza anda quase sempre de mão dada com os receios inerentes a uma depilação mais ou menos dolorosa, a uma rotina mensal quantas vezes incômoda e a com um custo implícito.

Lembro-me que a primeira vez que fiz depilação completa foi com cera e a minha tolerância a cada puxão não me fez guardar uma boa memória (era ainda novinha e nessa altura a sensibilidade junto com a não compreensão da necessidade de ter de passar por aquilo, fez-me intolerante). No entanto e perante as ofertas do mercado na altura, o facto da depilação a cera prometer um enfraquecimento do pelo e uma durabilidade maior da depilação pareceu-me a melhor opção.

Confesso que algumas vezes usei cremes de depilação mas apesar de indolores o crescimento do pelo era rápido e o efeito não era tão “bonito” como quando a realizava a cera.

Alguns anos depois comecei a ouvir falar da depilação a lazer, prometia bons resultados mas o facto de se sentir o que diziam ser “ pequenas picadelas” e o custo elevado do tratamento fez com que efetivamente não o chegasse a experimentar naquela altura.

Há cerca de uns dois anos ouvi umas amigas a falarem da fotodepilação com luz pulsada intensa (IPL) e decidi investigar um pouco sobre todo o processo, custos, vantagens e desvantagens.

Segundo a informação que fui encontrando este apresentava-se como um método de depilação eficaz, indolor e com um investimento acessível. Senti-me tentada a experimentar.

Neste tipo de situações a questão que se me coloca sempre é sobre a credibilidade de quem efetua este tipo de serviços, para mim é impensável fazer este tipo de tratamentos sem ter a certeza que a pessoa que o vai aplicar é devidamente credenciada e sabe exatamente o que está a fazer. Por isso aconselho todos os que estão a pensar realizar este tipo de tratamento a fazerem uma pequena pesquisa sobre o tema, para estarem minimamente informados e a dirigirem-se ao local onde pretendem efetuá-lo e esclarecerem todas as dúvidas (pelas respostas que vos serão dada certamente irão perceber se estão a falar com alguém com competências para tal).

Foi o que eu fiz dirigi-me ao local onde queria realizar o tratamento e tirei todas as minhas dúvidas, satisfeita com a forma como fui atendida marquei, a conselho da técnica que me atendeu, um dia para realizar um pequeno teste na área que pretendia tratar para ver de que forma a minha pele/ pelo reagiria a técnica de fotodepilação a luz pulsada.

Foi-me feita uma série de perguntas, pois como sabem à um determinado grupo de situações que não aconselham a realização deste tratamento. Questionaram-me por exemplo se tinha algum problema de saúde, se tomava algum tipo de medicação, se estava grávida ou a amamentar, entre outras perguntas.

De seguida, passamos à parte mais prática, a técnica especializada em fotodepilação realizou uma análise ao meu pelo e a minha pele. Fez um teste numa pequena parte da área que eu queria fotodepilar. O teste foi rápido, não doeu, apenas senti uma sensação de calor a cada disparo da máquina.

Cuidados com a Fotodepilação

Não saí de lá sem que a técnica que me atendeu me indicasse todos os cuidados após a fotodepilação, com especial atenção nas próximas 48 horas (nada de especial, pequenos cuidados como fazer uma boa hidratação da zona depilada, não tomar banhos muito quentes e a não praticar exercício físico intenso).

Quando terminei e me dirigi a casa, não senti qualquer reação adversa e o teste não me custou nada, por isso decidi avançar com o tratamento.

Fiz cerca de oito sessões, (uma por mês) e a cada sessão os resultados eram cada vez mais visíveis, o que me fez não desistir. O pelo enfraqueceu muito e diminui bastante desde as primeiras sessões e à medida que isto ia acontecendo também a sensação de calor que proporcionava cada disparo se ia sentindo de forma menos intensa.

Neste momento estou já na fase de manutenção, pois na verdade o pelo não desaparece para sempre, reaparece é muito pouco e muito fraco, por isso é aconselhável fazer manutenção pelo menos uma vez por ano.

Durante todo o processo jamais tive alguma reação indesejada, jamais senti algum tipo de queimadura na minha pele e estou muito satisfeita com o resultado final, o dinheiro investido nunca será superior ao gasto de uma vida inteira com outras técnicas de depilação. Quem está indeciso, seja homem ou mulher, eu aconselho vivamente este tipo de fotodepilação com luz pulsada intensa. Experimente, vai adorar o resultado!

Rita – 32 anos (fotodepilação na primeira pessoa)

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